terça-feira, 10 de abril de 2012

Nos rumos da poesia, há que se encontrar na experiência um caminho. Precursores como Mallarmé, Rimbaud, Apollinaire, cummings, os Concretos, os do poema-processo, os Letristas, Scwhitters, etc, brincaram com isso. Nem sempre a direção é techno. A fronteira nunca é bem definida.
A poesia visual, ao incorporar a semiótica, pôde ampliar o repertório, mas não somente. Os percursos são muitos.

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